sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Revisão anatômica sistema nervoso.



   O sistema nervoso é dividido em duas porções: sistema nervoso central e sistema nervoso periférico consistem em subdivisões sendo elas.

Sistema nervoso central

·         Encéfalo
1.    Cérebro (diencéfalo, Telê encéfalo).
2.    Cerebelo
3.    Tronco cerebral (bulbo, ponte, mesencéfalo)

·         Medula espinhal.

 Sistema nervoso periférico.

·         Nervos cranianos
·         Nervos espinhais (raquídeos)
·         Sistema nervoso autônomo.
                                                  

    As propriedades essenciais do nervo são a excitabilidade e a condutibilidade dos estímulos e das respostas. A excitabilidade é a capacidade do nervo de entrar em atividade sob a ação dos estímulos ou excitantes, os quais podem ser de diferentes naturezas: térmica, elétrica, mecânica etc.                       
    O sistema nervoso, quando afetado nas suas estruturas funcionais, podem se manifestar, por exemplo, das seguintes maneiras.
1.    Exagerando as funções motoras ou sensitivo-sensoriais.
2.    Debilitando ou suprimindo suas funções (inibição ou supressão funcional).
   De acordo com os estudos os fatores que incidem fundamentalmente sobre o sistema nervoso, provocando os fenômenos de excitação, inibição ou supressão, conforme o grau de comprometimento, fala-se em paresia ou em paralisia.
   O termo paralisia se refere a perda da capacidade de contração muscular voluntária, opor interrupção funcional ou orgânica em um ponto qualquer da via motora, que por ir do córtex cerebral até o próprio musculo. A paralisia acontece quando todo movimento é impossível.

2.1 Fatores de excitação, inibição ou supressão no funcionamento do sistema nervoso.

1.    Traumáticos
2.    Lesões vasculares
3.    Lesões infecciosas
4.    Localizações parasitárias
5.    Degenerações
6.    Intoxicações
7.    Tumores
8.    Congênitos
9.    Perturbações metabólicas
10. Fatores físicos e eventualmente alérgicos
11. Fatores psíquicos

   A paresia acontece quando o movimento está apenas limitado ou fraco. O termo paresia vem do grego paresis que significa relaxação, debilidade. A relação de paresia está relacionado a perda de força muscular, precisão do movimento amplitude do movimento, e a resistência muscular localizada. Com isso se fala conforme o caso, por exemplo, em paraparesia ou tetraparesia ou paraplegia ou em tetraplegia.

   A coluna vertebral serve como duto e proteção da medula espinhal e está dividida em medula cervical, dorsal (toraxica),  lombar e cauda equina (sacral) .

2.2 Estrutura neurológica da medula espinhal.

·         8 pares de nervos cervicais
·         12 pares de nervos dorsais (toraxicos)
·         5 pares de nervos lombares
·         5 pares de nervos sacros
·         1 par de nervos coccígeos

   Os nervos espinhais ou nervos raquídeos se constituem de duas raízes (uma anterior e outra posterior), a união de ambas forma um tronco, contudo, a raiz anterior tem a função motora e a raiz posterior tem a função sensorial, o tronco transmite impulsos sensoriais e motores, no entanto, cada nervo espinhal tem uma terceira raiz que neste caso é a raiz simpática com funções ligada ao sistema vegetativo.
   A estrutura neurológica da medula espinhal faz dela um importante condutor e transmissor de estimulossensitivos, além de ser receptor de estímulos motores. Ela se constitui, na verdade, num centro nervoso, já que ela também são elaborados vários atos reflexos, que asseguram o tônus muscular, o trofismo, controles de esfíncteres (vesical e retal) as funções genitais e as funções simpáticas (vasomotoras, relação térmica,etc.).
   As lesões que afetam exclusivamente as vertebras da coluna podem não trazer comprometimento dignos de nota, normalmente pelo fato de a medula espinhal estar contida nas vertebras, esse tipo de lesão afeta também a medula. Neste caso comprometimento de varias funções orgânicas, podem ocorrer são elas: alterações ou perda sensibilidade, bem como a motricidade dos membros, disfunções vegetativas, e redução do volume respiratório (caso de lesões altas).
   Na medula cervical os neurônios motores da porção externa das pontas anteriores inervam a mãos e braços, enquanto as colunas de localização interna são responsáveis pelos músculos do pescoço e do tórax. As lesões deste segmento comprometem funções como a preensão das mãos, flexão e extensão do cúbito, elevação dos braços e estabilidade do tronco.
   Na medula lombar os neurônios responsáveis pela inervação dos pés e dos membros inferiores ocupam a parte externa das pontas anteriores, enquanto os neurônios destinados à inervação do tronco se localizam na parte interna das pontas. O neuritos, ou axônios que derivam das células das pontas anteriores, emergem pela face anterior da medula, formando os filamentos radiculares, os quais se juntam em níveis segmentares para formar as raízes anteriores. Cada raiz anterior se une a raiz posterior, logo abaixo do gânglio espinhal. Portanto, cada segmento corporal tem o seu par de nervos espinhais. Estes nervos contem não apenas fibras sensitivas (somáticas) aferentes a fibras motoras eferentes, mas também as fibras eferentes do sistema nervoso autônomo, que se originam nas pontas laterais da substancia cinzenta da medula, assim como as fibras aferentes do sistema autônomo.
   As células motoras das hastes anteriores da medula espinhal se ligam a todas as fibras da via piramidal. O neurônio motor piramidal é responsável pelos reflexos movimentos voluntário, sendo que o neurônio motos periférico é totalmente controlado as ordens que recebe. As lesões no neurônio motor periférico o impediram de cumprir as ordens que receber, seja elas cinética ou estática.

2.3 Funções musculares inervação.

Função
Músculos
Inervação
Respiração
Diafragma intercostais externos e internos, etc.
C3 – C5
T1 – T11

   As lesões transversais completas acima de C3 provocam a morte por parada respiratória já que paralisam o nervo frênico.
   A limitação funcional do diafragma e demais músculos respiratórios, provocada por exemplo, lesões de C4 a T2, implica redução respiratório, com consequentemente comprometendo o rendimento desportivo.
As lesões medulares abaixo de T2, não implicam em redução do volume respiratório.

Função
Músculos
Inervação
Flexão do quadril posição sentado.
Sartório
Tensor da facia lata
Iliopsoas,  etc
L2-L3
L4-S1
L2-L3

  A ação proposta foi realizada no plano sagital, sendo caracterizada pelo movimento do tronco para frente e para baixo (inclinação anterior do tronco), faz necessária para pegar algum objeto a frente da cadeira de rodas.
Em algumas posições do quadril, a linha de tração de um musculo pode mudar tão bruscamente... que ao realizar o movimento ativam músculos antagonistas.
Em tetraplégicos quando sentados, possibilidade de realizar flexão cervical e ligeira flexão dorsal da coluna, sem que sejam capazes de efetuar flexão do quadril.

Função
Músculos
Inervação
  Extensão do quadril na posição sentado.
  Estando sentado na cadeira de rodas com o tronco e pélvis em inclinação anterior, os extensores do quadril permitem o retorno à posição ereta.
  Esta ação no desporto frequentemente é realizada concomitantemente à extensão do tronco.
Isquiostibiais (bíceps femural, semitendinoso, semimembranoso), glúteo máximo, adutor magno, etc.

Sacroespinhal(longo do dorso e iliocostal), grande dorsal,
 trapézio.
L5-S2
L5-S2
L5-S2
L5-S2
L3-L5

T1-S3

C6-C8
C3-C4

Função
Músculos
Inervação
Inclinação lateral do tronco
Quadrado lombar
Obliquo externo do abdome
Obliquo interno do abdome
T12-L1
T7-T12

T7-L1

   O movimento de inclinação lateral da coluna ocorre no plano frontal. Os músculos quadrado lombar, oblíquos externo e interno do abdome, entre outros, viabilizam esta ação.
   Em casos  de lesões que impeçam ou dificultem o equilíbrio sentado nas ações de inclinação lateral, o movimento pode se compensar no aro de propulsão do lado contrário ao da inclinação lateral, na haste lateral do encosto da cadeira ou na manopla, usando-se os dedos, garra ou o pulso, os atletas são capazes de executar abdução do quadril utilizam do lado contrário ao da inclinação lateral, para assegurar melhor equilíbrio sentado, quando recolhem objetos no chão.

Função
Músculos
Inervação
Rotação do tronco na posição sentado
Obliquo externo do abdome
Obliquo interno do abdome
T5-T12

T7-T12

   Denomina rotação de tronco ao movimento e à posição final em que a cintura escapular gira em torno de um eixo vertical, estando fixa a cintura pélvica, já que o individuo está sentado.
Os movimentos de rotação do tronco frequentemente são realizados em situações de recepção e passe no basquete sobre rodas. Nos casos de paraplegia, dependendo de seu nível, pode haver limitação funcional ou nenhum comprometimento da rotação do tronco.

 Função
Músculos
Inervação
Equilibrio do tronco.
Os músculos que rodeiam a coluna vertebral e que estão localizados próximos a ela oferecem um suporte flexível a coluna ereta e agem para estabilizar suas partes entre si e no equilibrio do tronco como um todo em relação a pélvis. Nesta ação, eles são auxiliados pelo musculo abdominais e intercostais, que agem indiretamente sobre a coluna.
Psoas maior
Reto abdominal
Obliquo externo
Obliquo interno
Intercostais
Transverso do abdome
Quadrado lombar
Entre outros
L2-L3
T7-T12
T7-T12
T7-L1
T1-T11
T7-L1
T12-L3


   O comprometimento do equilibrio do tronco ocorre nas lesões medulares altas, o equilibrio ocorre com auxilio de um dos braços apoiando na coxa. Caso o lesionado pegue um objeto, ele utiliza esse tipo de apoio.

Função
Músculos
Inervação
Flexão do ombro.
Fala-se em flexão do ombro quando o braço é elevado anteriormente no plano sargital
Deltoide
Peitoral maior
Bíceps braquial
coracobraquial
C5-C6
C5-T1
C5-C6
C6-C7

   O movimento de flexão do ombro se inicia na posição ao longo do corpo, podendo se estender até a  vertical acima da cabeça.
   O musculo deltoide sobre sai como a maior importância no movimento de flexão do ombro. Deve-se ressaltar que sua inervação mais elevada (C5-C6), permite muitos tetraplégicos, que possuam lesão abaixo dessa inervação, a prevenção na flexão do ombro, de suma importância na vida diária.

Função
Músculos
Inervação
Extensão do ombro.
A extensão do ombro inicia quando o braço é abaixado anteriormente, a partir da posição acima da cabeça ou elevada contra resistência. 
Peitoral maior
Deltoide
Grande dorsal
Redondo maior
Redondo menor
C5-T1
C5-C6
C6-C8
C5-C6

   A extensão do ombro ocorre, por exemplo, na locomoção de muletas ( técnica pendular).
 
Função
Músculos
Inervação
Abdução do ombro.
A abdução do ombro inicia ao movimento, executando no plano frontal, em que o membro superior se afasta do tronco.
Deltoide
Supra espinhoso.
Trapézio.
C5-C6
C5-C6
C3-C4


Figura 1.1
Figura 1.2



Venham participar da Escolinha de basquetebol Instituto Rafael Bábby/Sesportur
crianças e adolescentes de 10 a 17anos.
Local Ginasio Dondinho
Segundas e Quartas das 10hs as 11;30
Terças e quintas das 13;30 as 15hs.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Esteroides Anabolizantes Androgênicos EAAs

Decanatos de Nandrolona ( Deca durabolin).

     ELE É FEITO FENILPROPIONATO DE NANDROLONA OUTRO ESTERÓIDE É ACRESCENTADO 10 ÁTOMOS DE CARBONO É CHAMADO DE DECA DURABOLIN. ESSE ESTERÓIDE É INJETÁVEL DE 1 A 5 ML A CONCENTRAÇÃO É DE 25 A 300 MG POR ML POSSUI UMA DURAÇÃO DE 15 DIAS.
     ELE AROMATIZA POUCO É MUITO ANABÓLICO POUCO ANDROGÊNICO 200MG DE DECA E 500MG DE DURATESTON INDICADO POR 8 SEMANAS. É UMA COMBINAÇÃO BOA, INIBE A PRODUÇÃO DA TESTOSTERONA NATURAL ENDÓGENA 100MG DE DECA INIBE 100% DA PRODUÇÃO ENDÓGENA. UMA DAS CARACTERÍSTICAS DESSE ANABÓLICO É A RETENÇÃO HÍDRICA, PARA SER EFETIVO CICLO DESSE ESTERÓIDE TEM QUE SER FEITO EM 12 SEMANAS.

EFEITOS COLATERAIS

RETENÇÃO HÍDRICA
INIBIÇÃO DA PRODUÇÃO NATURAL DA TESTOSTERONA
AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL
PERDA DO LIBIDO 

TREMBOLONA ( ACETATO DE TREMBOLONA).

TREMBOLONA É "ESTERÓIDE PARA GANHO DE MASSA MUSCULAR, AGE TAMBÉM NA LIPOLISE T3 E T4. ELE NÃO AROMATIZA, BAIXA RETENÇÃO HÍDRICA RÁPIDA QUEIMA DE GORDURA. RETENÇÃO DE NITROGÊNIO PROPAGAM O AUMENTO DE CÉLULAS MUSCULARES, DIMINUI O CORTISOL( HORMÔNIO CATABÓLICO), A VIDA ATIVA É DE 48 HORAS 700 A 800 MG POR SEMANA.

HORMÔNIO T3 E T4.  

T3 TRICODOTIRONINA
T4 TETRACODOTIRONINA 
HORMÔNIO SECRETADO PELA GLÂNDULA DA TIREOIDE, RESPONSÁVEL PELA LIPOLISE DO ORGANISMO.
ESSES HORMÔNIOS TEM A AÇÃO NAS MITOCÔNDRIAS ( RESPONSÁVEL PELA RESPIRAÇÃO DA CÉLULA OU MELHOR SÃO QUE GERAM A ENERGIA DA CÉLULAS), ATP ADENOSINA TRIFOSFATICA RESPONSÁVEL PELA ENERGIA.
OS HORMÔNIOS T3 E T4 SÃO UTILIZADOS PARA A QUEIMA DE GORDURA CHAMADO LIPÓLISE.

GH HORMÔNIO DO CRESCIMENTO.

GH É CHAMADO DE SOMATROPINA HORMÔNIO POLIPEPITIDEO É EXCRETADO PELA HIPÓFISE, O POLIPEPITIDEO É FORMADO POR 2 OU MAIS AMINOÁCIDOS ( INSULINA E GLUCAGON SÃO POLIPEPITIDEOS), DEPENDENDO DA QUANTIDADE DO GH A PERMANÊNCIA 2 A 12 MESES.
GLUCAGON AUMENTA O NÍVEL DE GLICOSE NO SANGUE E A INSULINA DIMINUI.
A ESTIMULAÇÃO DO GH É ATIVADA QUANDO OS NÍVEIS DE GLICOSE ESTÃO BAIXAS E OS ÁCIDOS GRAXOS LIVRES ISSO É ATIVADO NO SONO PROFUNDO.
O GH ACELERA A LIPOLISE AUMENTA TODAS AS CELULAS DO CORPO REDUZ O CONSUMO DE GLICOSE PARA GERAR ENERGIA, AS CONTRA INDICAÇÕES, PODEM ACORDAR CELULAS CANCERÍGENAS PODE DESENCADEAR DIABETE TIPO II SEVERO, O USO DO GH OS EFEITOS SÃO INDIRETOS É USADO EM COMBINAÇÃO COM OUTROS ANABOLIZANTES.

ESTANOZOLOL.

DITOS GANHOS SECOS É EAAS DE BAIXA RETENÇÃO HÍDRICA É UTILIZADO EM CICLOS DE PERDA DE GORDURAS, TEM BAIXOS ÍNDICES DE AROMATIZAÇÃO BASTANTE ANABÓLICO E POUCO ANDROGÊNICO DESMENTE A LENDA QUE SERVE PARA SECAR, O ESTANOZOLOL SERVE PARA GANHO SECOS DE MASSA MUSCULAR. CONTRA INDICAÇÕES, CALVICE E INIBIÇÃO DO EIXO HTP E A EPATOXIDADE (ATINGE O FIGADO).

TESTOSTERONA.

A TESTOSTERONA RETEM NITROGÊNIO MAIS IGF1 E IGH É BEM ANDROGÊNICA AUXILIA NA LIPOLISE E NA SÍNTESE DE GLICOGÊNIO MUSCULAR, PREVINE EM DOENÇAS CANCERÍGENAS E INIBE O CATABOLISMO, EFEITOS COLATERAIS QUEDA DE CABELO, AUMENTO DA OLEOSIDADE NA PELE, AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL, GINECOMASTIA, DIMINUIÇÃO DO HDL, SUPRESSÃO HTP E FALTA DE DISPOSIÇÃO.

HORMÔNIOS CATABÓLICOS.

CORTISOL DEGRADA AS PROTEÍNAS DO CORPO
GLUCAGON DEGRADA OS CARBOIDRATOS E GORDURA
ADRENALINA DEGRADA O ÁCIDOS  GRAXOS.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Treine conforme seu físico Ectomorfo


Ectomorfo, Mesomorfo e Endomorfo:  Qual é o seu tipo físico? Para cada corpo temos as normas básicas para um melhor treino. Nesta postagem: ECTOMORFO
CORPO ECTOMORFO
A Aparência deste tipo é MAGRA. Estão sempre abaixo do peso médio para sua altura. PossuemMETABOLISMO ALTO. Os ectomorfos tem muita dificuldade para construção muscular. Dificuldades em ganhar peso. Baixa gordura corporal.
DICAS PARA ESTE TIPO DE CORPO:
- TREINOS PESADOS.

- REPS ENTRE 6 A 10.
- PAUSAS DE DESCANSOS MAIS LONGAS.
- SE CONCENTRE EM EXERCÍCIOS BÁSICOS.
- SE CONCENTRE EM EXERCÍCIOS COM PESOS LIVRES.
- EVITE CARDIO.
- CONSUMA ALIMENTOS COM GRANDE QUANTIDADE DE CALORIAS: amêndoas, abacate, ou manteiga de amendoim.
- FAÇA MAIS REFEIÇÕES POR DIA. 6 A 8 REFEIÇÕES.
- COMA 50-60% DE CARBOIDRATOS.
- BEBA MAIS LEITE.
- FAÇA MOVIMENTOS MAIS LENTOS NA FASE NEGATIVA.
ANOTE:
- A ingestão de carboidratos deve ser duas vezes maior do que a de proteínas. 
- Consuma 2 gramas de proteína por kg de peso.
- Coma entre 2.5 a 3 horas.
- Aumente a freqüência de nutritivas refeições.
- Beba mais água. Músculos e as demais células do corpo são compostos basicamente por água.
- Tenha 1 fonte de proteína em cada refeição.
- Consuma hiper calóricos.
DIVISÃO DE TREINO ADEQUADA:
SEGUNDAS – PEITORAL / OMBROS / TRÍCEPS
QUARTAS – PERNAS COMPLETO / ABDOME
SEXTAS – COSTAS / BÍCEPS

sábado, 23 de fevereiro de 2013

EFEITOS DO OXANDROLONA


Efeitos do oxandrolona

Escrito por James Rutter Traduzido por Lara Scheffer
Efeitos do oxandrolona
Oxandrolona é um hormônio esteroide prescrito para tratar condições médicas e usado ilegalmente para melhorar a performance. Enquanto o bodybuilding.com diz que "oxandrolona é considerado o esteroide mais seguro", usuários relataram efeitos colaterais, alguns deles podendo ser fatais.

Identificação

Oxandrolona é um hormônio esteroide desenvolvido primeiramente por farmacêuticos de Searle, em 1964. Como todos os esteroides anabolizantes, ele é derivado do hormônio esteroide natural testosterona.

Benefícios médicos

Por causa de suas propriedades anabólicas (formação de tecidos), médicos têm prescrito oxandrolona para tratar várias condições médicas. Pacientes com queimaduras graves frequentemente sofrem efeitos fisiológicos, que incluem perda de massa corporal, fadiga, falha no sistema imunológico e a incapacidade de curar feridas. A oxandrolona tem mostrado aliviar essas condições, tanto em adultos como em crianças. A oxandrolona tem sido receitada para pacientes de HIV sofrendo dos efeitos de perda de massa muscular no estágio avançado da AIDS e para pacientes de câncer e hepatite com perda muscular semelhante. A oxandrolona também ajuda a aumentar a densidade do osso em quem sofre de osteoporose. Como a oxandrolona promove a síntese de proteínas no tecido muscular, médicos a receitam para estimular apetite e ganho de peso depois de cirurgias, infecções crônicas e traumatismo. A dosagem diária para adultos pode ser de 2,5 mg a 20 mg.

Uso ilegal

De acordo com o bodybuilding.com, a oxandrolona se tornou um esteroide popular para homens e mulheres adeptos da musculação e atletas que procuram uma alternativa segura para outros esteroides derivados da testosterona. Diferentemente do excesso de dosagem de testosterona, a oxandrolona não se transforma em estrogênio (essa conversão pode causar desenvolvimento de tecido da mama em homens e disfunção sexual), e não causa a virilização (desenvolvimento de características masculinas) em mulheres. Entretanto, em dosagens altas, mulheres reportaram perceber esses efeitos masculinizadores. Pessoas que praticam a musculação e atletas continuam tomando oxandrolona porque promove o ganho de músculo e tem uma pequena meia-vida na corrente sanguínea, o que impede de ser detectado durante os testes anti-doping. Segundo o bodybuilding.com, atletas de força, corredores e pessoas competindo em esportes divididos pelo peso tomam a oxandrolona em dosagens baixas porque ela promove ganhos de força anaeróbica e explosão sem acrescentar muita massa muscular.

Contra-indicações

Homens que já tiveram câncer de próstata ou de mama, mulheres com câncer de mama acompanhado de hipercalcemia (níveis elevados de cálcio no sangue), e pacientes dos dois sexos com a doença de nefrose renal não devem tomar oxandrolona. A oxandrolona pode alterar os efeitos de anticoagulantes e diluentes sanguíneos (como Warfarin) e usuários tomando essas medicações devem consultar um médico antes de tomar oxandrolona. Além disso, de acordo com o drugs.com, dosagens altas de oxandrolona durante a gravidez podem causar a intoxicação do feto ou do embrião, infertilidade e a masculinização do feto feminino. Por causa disso, a Administração Federal de Comida e Drogas classificou a oxandrolona como Gravidez Categoria X, e mulheres grávidas ou que podem vir a engravidar não devem tomar a oxandrolona.

Hepatotoxicidade

De acordo com o site de informações de prescrição médica drugs.com, oxandrolona pode causar a hepatite peliose, uma condição que pode ser fatal, onde cistos formados de sangue se formam dentro do fígado e/ou dos rins. A oxandrolona é modificada por um processo chamado 17-alfa de alcalização, que previne o fígado de combatê-lo facilmente e estendendo seus efeitos no corpo. Entretanto, esteroides modificados dessa maneira sobrecarregam o fígado, causando sua toxicidade e alterando seu nível.

Virilização

Em dosagens altas, usuários disseram perceber o engrossamento da voz, crescimento de excesso de pelos no corpo e no rosto, acne, pele oleosa e libido alterada. Homens também reportaram disfunção erétil que vai do priapismo (ereção quase constante) à impotência. Mulheres que tomam oxandrolona são mais inclinadas a sofrer os efeitos masculinizantes dessa droga. Elas podem ter os ciclos menstruais alterados ou interrompidos, mudanças na libido e aumento do clitóris, que pode exigir cirurgia para corrigir.

Outros efeitos colaterais fisiológicos

A oxandrolona pode causar reações alérgicas, que incluem vômito, náusea, cólicas estomacais, diarreia, dor muscular, febre, dor de cabeça e icterícia. Os usuários também podem sofrer alteração dos níveis de colesterol no sangue, incluindo a redução do colesterol bom e o aumento do ruim. Essa última condição pode resultar em arteriosclerose, que pode levar a problemas de coagulação, derrame e insuficiência cardíaca congestiva.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Doença cardiovascular na mulher.



   As doenças cardiovasculares (DCV) doença coronária e o acidente vascular cerebral são os principais problemas de saúde pública em todos os países do mundo. Nos países desenvolvidos, as DCV contribuem em aproximadamente metade dos óbitos, apesar do declínio na mortalidade observada nas últimas três décadas. Nos países em desenvolvimento, uma verdadeira epidemia de doença coronária (DC) e de acidente vascular cerebral (AVC), vem se associando ao presente impacto das doenças infecciosas, prevendo-se que pelo ano 2020, as DCV devem ser as mais prevalentes.

   A mortalidade por AVC é praticamente entre homens e mulheres, embora estas por uma expectativa de vida maior venha a ter uma prevalência na terceira idade. Em consequência de tais fatos, em alguns países o número de mortes por DCV em mulheres é similar à dos homens.

  A mortalidade por DCV em mulheres é apenas um indicador de impacto em suas vidas. A incapacidade de retorno ao trabalho, gerando ansiedade, depressão, além de um receio de que um novo episódio de infarto do miocárdio (IM) ou derrame cerebral, possa vir a tornar impossível um retorno às tarefas habituais e a consequente queda na qualidade de vida. Aliás, os países de todo o mundo, vem pagando um preço elevado pelo crescimento destes problemas de saúde, seja na assistência médica, ou na perda da produtividade , elevando os custos na assistência médica e previdência, além daqueles relacionados com os fatores sociais.


   A alta prevalência dos fatores de risco (FR) entre os jovens e pessoas de media idade, combinados com o envelhecimento populacional, sinaliza para o estabelecimento de medidas efetivas de prevenção e controle das DCV, como uma questão prioritária em saúde pública.

   A DC afeta as mulheres aproxidamente 10 anos após os homens, possivelmente pelo efeito protetor dos hormônios estrogênicos, antes do inicio da menopausa. A mortalidade por AVC é maior entre as mulheres, particularmente na terceira idade. Por outro lado, as mulheres, de um modo geral, apresentam uma possibilidade maior de vir a falecer após um episódio de infarto do miocárdio e as sobreviventes tem uma tendência maior a um reinfarto, desenvolver insuficiência cardíaca ou morte súbita. Os fatores de risco (FR) podem afetar as mulheres diferentemente do que nos homens. Por exemplo, a diabetes apresenta um risco maior de DC e AVC no sexo feminino, em relação ao sexo masculino. Níveis elevados de triglicérides são um FR independente e que pode prever as DCV nas mulheres, com mais probabilidade do que o próprio LDL colesterol, também chamado de colesterol mau.

   Alguns FR adicionais são próprios das mulheres, como o uso dos anticoncepcionais, particularmente para os casos de AVC, a diabetes da gestação, hipertensão arterial, disfunção tireoidiana, entre outros. A fibrilação atrial, uma arritmia cardíaca, quando presente é um importante risco para o AVC, especialmente em mulheres idosas. Ainda que no passado, o tabagismo fosse um risco menor para as mulheres, o risco hoje é similar à dos homens nos países desenvolvidos. E, eventualmente, maior entre as mulheres jovens nos paises em desenvolvimento, em consequência do progresso de urbanização e globalização, além de maior publicidade dirigida aos jovens pela indústria, como se verifica hoje na Índia, na China e no Brasil. Com relação ao diagnóstico, existe também uma dificuldade em se identificar uma dor cardíaca não coronária, mas frequentes entre as mulheres, daquela que indica a presença da dor coronária, representada pela angina do peito.

As mulheres têm artérias coronárias menores e mais estreitas, que são mais vaso reativas do que nos homens - fatores que influenciam o impacto da medicação vasodilatadora. Outras controvérsias é o uso da reposição hormonal com estrógenos, após a menopausa. Os homens apresentam menor incidência de AVC que as mulheres e aquelas que sobrevivem aos episódios agudos, têm uma tendência em viver sós, devido à sua maior expectativa de vida, implicando na necessidade de ações sociais e programas de apoio.